Tipos de Papel – Parte 1

Principais tipos de papel e suas utilizações:

Off-set

Não revestido( sem brilho)
Pricipais utilizações: livros, informativos, Cartazes, Folhetos, Envelopes, Papel Timbrado e Cartões de Visita.

Auto-copiativo
Característica: papel carbonado
Principais utilizações: talões de pedidos e notas fiscais.

Papel Couche
Couche Brilho – Característica: Brilho e Lisura do papel nas duas faces
Principais utilizações: Revistas, Panfletos, Folhetos, Folders, Cartazes e Cartões de Visita.
Couche Matte – Característica – Papel fosco com a mesma lisura do papel Couche Brilho. Principais utilizações: Catálogos, Lâminas, Folders e Cartões de Visita (para um melhor acabamento utilizar laminação fosca, que permite uma melhor proteção na impressão.

Papel Duplex
Característica – Superfície branca e verso escuro.
Principais utilizações: geralmente em embalagens diversas (ex: Medicamentos, Caixas de Brinquedos etc…)

Papel Triplex
Característica – Superfície e verso são brancos.
Principais utilizações: Embalagens de Cosméticos e Medicamentos,
Cartões Postais, Pastas e Cartões de Visita

Tamanho de Papéis

Confira o tamanho exato do papel para um melhor custo X beneficio na hora de imprimir!

A0 = 84.1 X 118.9 cm
A1 = 59.4 X 84.1 cm
A2 = 42 X 59.4 cm
A3 = 29.7 X 42 cm
A4 = 21.0 X 29.7 cm
A5 = 14.8 X 21 cm
A6 = 10.5 X 14.8 cm
A7 = 7.4 X 10.5 cm

Na hora de imprimir procure usar os tamanhos que oferecem o melhor aproveitamento de papel.

Se você quer fazer um material diferente opte por tamanhos difenrenciados sem perder o custo beneficio. Veja o tamanho padrão para alguns materiais.

• Cartão de visitas – 9,5 x 5,5 ou 9x 5
• Folheto – A6 / A5  / A4
• Folder – A4 / A3
• Cartaz – A3 / A2 / A4

Quer saber mais? Mande sua pergunta para milena@jmgrafica.com.br


20 de Novembro, Dia da Consciência Negra

 

História do Dia Nacional da Consciência Negra

Esta data foi estabelecida pelo projeto lei número 10.639, no dia 9 de janeiro de 2003. Foi escolhida a data de 20 de novembro, pois foi neste dia, no ano de 1695, que morreu Zumbi, líder do Quilombo dos Palmares.

A homenagem a Zumbi foi mais do que justa, pois este personagem histórico representou a luta do negro contra a escravidão, no período do Brasil Colonial. Ele morreu em combate, defendendo seu povo e sua comunidade. Os quilombos representavam uma resistência ao sistema escravista e também um forma coletiva de manutenção da cultura africana aqui no Brasil. Zumbi lutou até a morte por esta cultura e pela liberdade do seu povo.

Importância da Data

A criação desta data foi importante, pois serve como um momento de conscientização e reflexão sobre a importância da cultura e do povo africano na formação da cultura nacional. Os negros africanos colaboraram muito, durante nossa história, nos aspectos políticos, sociais, gastronômicos e religiosos de nosso país. É um dia que devemos comemorar nas escolas, nos espaços culturais e em outros locais, valorizando a cultura afro-brasileira.

A abolição da escravatura, de forma oficial, só veio em 1888. Porém, os negros sempre resistiram e lutaram contra a opressão e as injustiças advindas da escravidão.

Vale dizer também que sempre ocorreu uma valorização dos personagens históricos de cor branca. Como se a história do Brasil tivesse sido construída somente pelos europeus e seus descendentes. Imperadores, navegadores, bandeirantes, líderes militares entre outros foram sempre considerados hérois nacionais. Agora temos a valorização de um líder negro em nossa história e, esperamos, que em breve outros personagens históricos de origem africana sejam valorizados por nosso povo e por nossa história. Passos importantes estão sendo tomados neste sentido, pois nas escolas brasileiras já é obrigatória a inclusão de disciplinas e conteúdos que visam estudar a história da África e a cultura afro-brasileira.

Você sabia?

– 27 de outubro é o Dia Nacional de Mobilização em Prol da Saúde da População Negra.

Regularização da profissão Designer Grafico
Designers esperam há mais de 30 anos pela regulamentação da profissão
Fonte: Julliana Bauer Infográfico: Juliana Mayumi

O Design existe no Brasil como profissão há mais de 40 anos, mas só agora está em vias de ser regulamentado. No dia 28 de março, foi aprovado por unanimidade o projeto de lei 1391/2011, que visa regulamentar o exercício do design como profissão. O próximo passo é que o projeto seja encaminhado à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania – CCJC para apreciação e votação, e então, sancionado pela presidente Dilma Roussef para que a profissão seja definitivamente regulamentada.

O assunto divide opiniões. Se por um lado há quem comemore a obrigatoriedade do diploma que virá com a possível regulamentação; por outro, há quem afirme que isso desvalorizará bons profissionais que não possuem formação acadêmica. Mas a discussão vai muito além da questão do diploma. De acordo com dados da Adegraf (Associação dos Designers Gráficos do Distrito Federal), há mais de 30.000 profissionais formados no Brasil, e de acordo com o advogado e professor de Direito do Unicuritiba Daniel Ferreira, o projeto de lei, caso aprovado, fará com que estes designers passem a contar com a proteção de sindicatos e com a definição de um piso salarial, além de passarem a ter deveres e obrigações. Além disso, enquanto a regulamentação não acontecer, o governo não poderá contratar os serviços de um designer através de licitações ou concursos públicos.

E esta é uma luta enfrentada há mais de 30 anos pelos profissionais do design brasileiro. No entanto, Ferreira afirma que a falta de regulamentação não significa que a profissão seja “inexistente” aos olhos da lei. “Se um ofício não for reconhecido por lei não significa que ele não exista, mas apenas que o Direito ainda não se preocupou com a necessidade de sua regulamentação”, explica.

Lorena Beatriz é formada em Desenho Industrial e afirma que se sente afetada pela falta de reconhecimento da profissão. “É comum sofrermos com falta de credibilidade por parte de clientes, e eu acredito que isso seja bem menos frequente em outras profissões”, justifica. Ela conta também que já foi impedida de abrir uma empresa autônoma, já que sua ocupação não constava na “lista de profissões”. Mas para a jovem, a questão que mais pesa para o seu posicionamento a favor da aprovação da lei é a fiscalização que virá com ela. “É comum que algumas agências façam com que seus designers trabalhem até altas horas além do expediente, sendo que não temos direitos básicos como um simples banco de horas ou mesmo remuneração por horas extras”, afirma.

Ellen Lis Del Barco, formada em Tecnologia em Artes Gráficas, também se diz a favor. “Esse reconhecimento é o princípio para que vários outros aspectos da profissão tenham também reconhecimento, espaço para discussão, prática com mais respeito, desenvolvimento e crescimento da classe em sua forma de pensar e praticar a profissão”, defende.

No entanto, há quem seja contra a regulamentação. Há, inclusive, inúmeros sites criados por designers que não acreditam que a regulamentação seja uma boa ideia, e que se propõem a discutir todos os pontos negativos que eles acreditam que podem ocorrer como consequência do que consideram uma reserva de mercado.

E não é apenas quem trabalha na área que será afetado de alguma forma caso o projeto seja sancionado pela presidente. As empresas que contratam o serviço de um designer profissional também sentirão os reflexos positivos e negativos da lei. Afinal, embora o leque de opções de profissionais a serem contratados diminua com a obrigatoriedade do diploma; apenas com a regulamentação os designers poderão se responsabilizar pelos seus trabalhos. Vale lembrar que o design é uma atividade de importância estratégica, e que seu reconhecimento afeta também os empresários. Para Lorena, quando um empresário contrata um designer amador, ele está correndo o risco de não receber um trabalho bem feito. “Na faculdade aprendemos o que realmente devemos fazer, como qual o propósito de escolhermos determinada cor ao criar um logotipo, por exemplo. Uma pessoa não qualificada tem bem mais chances de criar aberrações como várias com as quais nos deparamos por aí”, afirma.

De 1990 a 2003, seis projetos de lei para a regulamentação da profissão de design foram apresentados, mas até então, nenhum tinha sido aprovado. O sétimo, apresentado em 2011, foi aprovado pela Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço público em março de 2012. A proposta, projeto de lei nº 1391/2011, é do deputado José Luiz Penna (PV-SP).

Confira o histórico da regulamentação do design no Brasil: